“As entidades oficiais deviam apostar mais no que  há nos Açores pois temos músicos de qualidade  e projectos bastante interessantes” Ler mais

“As entidades oficiais deviam apostar mais no que há nos Açores pois temos músicos de qualidade e projectos bastante interessantes”

Bruno Rosa é natural da ilha do Pico. Durante 8 anos, viveu em Aveiro, cidade que o acolheu durante parte do seu percurso académico, mas “a saudade da terra” fez com que regressasse às suas origens. Aos 31 anos de idade, divide os dias entre o seu trabalho, na Direcção Regional do Turismo, dando as boas vindas a quem visita a ilha da montanha, e a música. Foi sobre esta parte da vida de Bruno Rosa que tivemos oportunidade de falar um pouco mais e dar a conhecer o trabalho do músico. 

“Para se ter uma actividade profissional 100% ligada  à música ou se trabalha nos conservatórios ou escolas  ou se integra a Banda da Zona Militar dos Açores” Ler mais

“Para se ter uma actividade profissional 100% ligada à música ou se trabalha nos conservatórios ou escolas ou se integra a Banda da Zona Militar dos Açores”

Apesar da sua grande proximidade com a música, nem sempre Amadeu Resendes quis ser músico, pois a aprendizagem musical apareceu bastante tarde. Para este consagrado músico açoriano, a viola d’arco é um instrumento muito especial, devido ao seu timbre, a par com o piano, por ser um instrumento tão completo. O nosso entrevistado já passou por várias orquestras, destacando a Metropolitana de Lisboa, como sua primeira orquestra profissional, bem como a Orquestra Gulbenkian, como sendo a grande referência no seu percurso, mas se tivesse que escolher uma orquestra seria a Sinfonietta de Ponta Delgada, por ser aquela com quem mais tem crescido, que mais o tem marcado e por ser mais um propósito e vontade de trabalhar em São Miguel. Este músico micaelense tem como referências musicais o maestro e compositor Leonard Bernstein e os PinkFloyd, cujos nomes no século XX moldaram a música como a conhecemos. Nesta entrevista ao Correio dos Açores, Amadeu Resendes considera que o nosso Teatro Micaelense, para além de ser um espaço com mais do que excelentes condições acústicas, tanto na clareza de quem escuta como na confortabilidade de quem toca, tem toda uma aura histórica e social que não é fácil encontrar noutro teatro em Portugal. Para ele, tocar em casa ter e amigos de longa data e família na plateia sabe sempre bem e é como quando a Selecção Portuguesa de Futebol joga em casa – não há sentimento que se compare.

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