1 de fevereiro de 2020

Sobre as Conclusões de Marcos Couto

A opinião que cada um emite sobre factos é um direito inalienável que tem como limite a veracidade dos factos e o respeito pelas pessoas citadas.
Vem esta a nota a propósito de um artigo de opinião subscrito por Marcos Couto e publicado no dia 30 de janeiro de 2020 nos jornais Correio dos Açores e Diário Insular com o título “A agenda oculta do Sr. Reitor da UAç”.
Sobre as opiniões emitidas pelo autor do artigo não vamos opinar de todo. 
Já sobre as suposições que nos envolvem em supostas maquinações para retirar o Curso de Gestão daquela ilha só podemos refutar e repudiar especulações do autor do artigo que envolvem nomes de pessoas atribuindo-lhes responsabilidades que não são minimamente corroboradas pelos factos e são mesmo a negação da verdade. 
Sobre a minha intervenção no processo, desde a criação do curso por mim promovida, até ao seu encerramento, deve o autor inteirar-se dos factos ou, não os tendo, abster-se de, gratuitamente desrespeitando os outros, arrastar nomes para polémicas onde não devem constar, prestando um mau serviço à democracia e criando um mau exemplo de intervenção que tolhe em vez de potenciar os benefícios da liberdade de intervenção que ainda vai sendo apanágio do sistema que nos rege.
Em suma, o autor só pode estar equivocado, porque não tentou saber a verdade, o que é mau ou, sabendo a verdade está a mentir, o que é ainda pior, quando alega que, de alguma forma, Mário Fortuna e João Luís Gaspar se juntaram para congeminar a retirada do curso de gestão da Terceira.
É mau princípio usar em vão e abusivamente o nome dos outros.
 

Mário Fortuna

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Autor: CA

Categorias: Opinião

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